Marcelo Ramalho, Artista visual e Fotógrafo, Bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG), o artista trilha sua construção artística-identitária a partir do seguinte currículo: participou do curso técnico em Artes Visuais pelo ITEGO em Artes Basileu França (2018) e pela Escola Centro Livre de Artes (2015). Em 2025 realizou sua primeira exposição individual, “Matrizes de Banzo: Entre o Perene e o Perecível” com curadoria de Melissa Alves no Centro Cultural Octo Marques, Recebeu o prêmio estímulo da FARGO (2024) Participou do 4º Salão de Arte em Pequenos Formatos do MABRI(2024), Participou da 36ª Bienal de São Paulo no Caderno de Artista Sertão Negro, Foi contemplado com o 2º lugar na primeira Mostra Cultural Expressões Afro-Brasileiras (2023), Panorama de Arte Contemporânea de Goiás da associação amigos do MAPA de Anápolis-GO (2024) Participou do 27º Salão Anapolino e exposições coletivas como “Abrir Horizontes(GO)”,“15º Salão Bunkyo de Arte Contemorânea (SP)”,“Eu que Torna-se nós (DF)” e “Favela é Giro (SP)”, exposição Itinerante do Museu das Favelas.
Sua pesquisa parte de vivências pessoais e coletivas no território e investiga os desdobramentos do banzo, palavra de origem bantu que remete ao sentimento da dor da saudade de casa, tratando-a como eixo para a construção de uma poética que elabora, denuncia e transforma a dor. Suas fotogravuras, impressas sobre papelão reciclado têm como base fotografias de álbuns de família e de acervos históricos, tensionando o que é preservado como memória e o que, muitas vezes, permanece fora do enquadramento.
Marcelo Ramalho, Artista visual e Fotógrafo, Bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG), o artista trilha sua construção artística-identitária a partir do seguinte currículo: participou do curso técnico em Artes Visuais pelo ITEGO em Artes Basileu França (2018) e pela Escola Centro Livre de Artes (2015). Em 2025 realizou sua primeira exposição individual, “Matrizes de Banzo: Entre o Perene e o Perecível” com curadoria de Melissa Alves no Centro Cultural Octo Marques, Recebeu o prêmio estímulo da FARGO (2024) Participou do 4º Salão de Arte em Pequenos Formatos do MABRI(2024), Participou da 36ª Bienal de São Paulo no Caderno de Artista Sertão Negro, Foi contemplado com o 2º lugar na primeira Mostra Cultural Expressões Afro-Brasileiras (2023), Panorama de Arte Contemporânea de Goiás da associação amigos do MAPA de Anápolis-GO (2024) Participou do 27º Salão Anapolino e exposições coletivas como “Abrir Horizontes(GO)”,“15º Salão Bunkyo de Arte Contemorânea (SP)”,“Eu que Torna-se nós (DF)” e “Favela é Giro (SP)”, exposição Itinerante do Museu das Favelas.
Sua pesquisa parte de vivências pessoais e coletivas no território e investiga os desdobramentos do banzo, palavra de origem bantu que remete ao sentimento da dor da saudade de casa, tratando-a como eixo para a construção de uma poética que elabora, denuncia e transforma a dor. Suas fotogravuras, impressas sobre papelão reciclado têm como base fotografias de álbuns de família e de acervos históricos, tensionando o que é preservado como memória e o que, muitas vezes, permanece fora do enquadramento.
Marcelo Ramalho, Artista visual e Fotógrafo, Bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG), o artista trilha sua construção artística-identitária a partir do seguinte currículo: participou do curso técnico em Artes Visuais pelo ITEGO em Artes Basileu França (2018) e pela Escola Centro Livre de Artes (2015). Em 2025 realizou sua primeira exposição individual, “Matrizes de Banzo: Entre o Perene e o Perecível” com curadoria de Melissa Alves no Centro Cultural Octo Marques, Recebeu o prêmio estímulo da FARGO (2024) Participou do 4º Salão de Arte em Pequenos Formatos do MABRI(2024), Participou da 36ª Bienal de São Paulo no Caderno de Artista Sertão Negro, Foi contemplado com o 2º lugar na primeira Mostra Cultural Expressões Afro-Brasileiras (2023), Panorama de Arte Contemporânea de Goiás da associação amigos do MAPA de Anápolis-GO (2024) Participou do 27º Salão Anapolino e exposições coletivas como “Abrir Horizontes(GO)”,“15º Salão Bunkyo de Arte Contemorânea (SP)”,“Eu que Torna-se nós (DF)” e “Favela é Giro (SP)”, exposição Itinerante do Museu das Favelas.
Sua pesquisa parte de vivências pessoais e coletivas no território e investiga os desdobramentos do banzo, palavra de origem bantu que remete ao sentimento da dor da saudade de casa, tratando-a como eixo para a construção de uma poética que elabora, denuncia e transforma a dor. Suas fotogravuras, impressas sobre papelão reciclado têm como base fotografias de álbuns de família e de acervos históricos, tensionando o que é preservado como memória e o que, muitas vezes, permanece fora do enquadramento.